Um blog jornalístico, ou quase, com a difícil missão
de mostrar os fatos mais relevantes de um ponto de vista bem humorado. Conta, além de notícias, com colunas, charges, vídeos e temas que vão de televisão à tecnologia. Tudo isso e mais um blogueiro nada sério.
Atualizações todos os dias, de segunda à sexta, e nos finais de semana, se o fato exigir.
Supostamente, morreu na tarde de hoje, aos 101 anos, a atriz e comediante Dercy Gonçalves, no Rio de Janeiro. O que seria considerada uma enorme perda para as artes cênicas, na verdade, pode ser revelada nos próximos dias como uma extensa campanha de Marketing Viral em torno do filme “The Resurrection of Lazarus” (sem dados de produção revelados), uma continuação da série de filmes bíblicos produzidos e dirigidos por Mel Gibson, iniciada em 2004 com “The Passion of The Christ”.
Cláudio Corrêa e Castro e Dercy Gonçalves, interpretando dois anjos nada convencionais na novela 'Deus nos Acuda' (TV Globo/1992)
Brincadeiras à parte, Dercy foi uma pessoa ímpar, que participou intensamente da cena artística nacional e merece ser reverenciada por toda a sua história no teatro, cinema, novelas e programas humorísticos. E é sem correr riscos que eu digo, que por muitos e muitos anos – ou séculos –, a mais irreverente das brasileiras ainda estará viva em nossa memória e em cada PQP dito com gosto.
Em 1995, Dercy foi entrevistada por Jô Soares. Relembre: Parte 1 | Parte 2
Uma coisa é fato: toda vez que Sandra Annenberg e Evaristo Costa se ausentam da bancada do Jornal Hoje, da Rede Globo, algo de estranho acontece com o telejornal, quase como que sobrenatural. Aconteceu com Zileide Silva, que teve problemas com as lentes de contato e não conseguia ler o teleprompter, dois meses atrás, e, no último sábado (12), foi a vez de Rosana Jatobá.
A repórter assumiu o posto de âncora com uma forte gripe, visivelmente abatida e rouca, como se tivesse gritado durante um longo show de Rock, na noite anterior. Repare que ao final ela tem uma dificuldade enorme para falar:
O trabalho de âncora em um telejornal vespertino começa logo nas primeiras horas da manhã. Não pense que é apenas chegar e apresentar, lendo tudo no TP, é preciso estar ciente de todo o conteúdo da edição e participar deste processo. Contudo, devido as circunstâncias, não seria melhor chamar outro profissional e não arriscar prejudicar a qualidade do programa ou a saúde da apresentadora?
Pouca gente que não trabalha com comunicação sabe como dá trabalho produzir um jornal, revista ou até mesmo um blog. Da seleção de pauta até a edição final, é preciso percorrer um longo – e por muitas vezes estressante – caminho para que tudo fique pronto do jeito que foi imaginado. Agora, imagine um telejornal, onde vários elementos se unem para criar uma linguagem diferenciada e pirar a cabeça do editor.
Recentemente o Portal G1, das Organizações Globo, produziu um vídeo explicando a rotina do Jornal Nacional, o noticiário televisivo com maior audiência no país. Entenda porque são necessárias 10 horas para colocar no ar um programa de aproximadamente 35 minutos:
Segundo o jornalista e professor de Telejornalismo Julio Moreira, em texto publicado no site BlueBus, ontem (12), a Rede Globo teria forjado o áudio da transmissão, realizado na Ilha do Retiro, no Recife, para agradar os telespectadores corintianos, durante o jogo da final que resultou no Sport campeão da Copa do Brasil.
Os tenores da fiel, à direita (Imagem: Gazeta Press)
De acordo com a teoria do Julio, crítico ferrenho das Organizações Globo, os técnicos da emissora teriam separado uma gravação do coro dos torcedores e mixado à transmissão ao vivo, fazendo parecer que os pouco mais de 1 mil alvinegros no estádio estariam gritando mais do que os 35 mil pernambucanos presentes. (leia mais aqui)
Pelo histórico famoso da emissora da família Marinho, não duvido dessa história. Também desconfiei ao ouvir os corintianos gritando mais, até os primeiros 30 minutos do certame, som que não condizia com os milhares de braços, balões e sinalizadores balançando na torcida rubro-negra, quando o foco da câmera passava pela arquibancada.
O Nokia N95 é um dos smartphones mais comentados do momento, perdendo apenas para o iPhone, da Apple. Tanto falatório o torna um objeto ainda mais desejado e passível às mais diversas situações, como a do vídeo abaixo, onde um rapaz usou o aparelho da companhia finlandesa acoplado ao aeromodelo para desfrutar de seus 5.0 megapixels a alguns metros de altura.
O resultado foi bem interessante, apesar dele não ir tão longe, mas já dá para ter uma noção da qualidade da imagem de vídeo que esse celular é capaz produzir. A nitidez das casas e árvores mais distantes (apesar do YouTube limitar a definição dos vídeos) é excelente, graças às lentes Carl Zeiss.
Vai, confessa que você ficaria tentado a fazer o mesmo, com um aeromodelo e um Nokia N95. Eu faria.
Bem próximo do relançamento do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) na cidade de São Paulo, em maio, a AOC Brasil, conhecida fabricante de monitores para computador, anuncia o ConnecTV Digital, um adaptador USB que recebe o sinal da TV Digital.
O dispositivo, do tamanho de um pendrive comum, cabe no bolso e permite ao usuário assistir os canais abertos em qualquer lugar, até em movimento, que já ofereça o novo modelo de transmissão. Além disso, ainda é possível pausar a programação ao vivo, como prometem algumas empresas de TV por assinatura, ou gravar diretamente em um diretório do seu HD.
A dimensões são mínimas: 7,2 x 2,8 x 1,0 cm e pesa cerca de 25g, mas o peso do preço não é nada leve. O valor de comércio sugerido pela fábrica é de R$369, pouco menos que o conversor comum para aparelhos de televisão, mas há variações de até 40% de uma loja para outra.
A resolução da imagem também é pequena, limitada a 320x180 pixels, mas a qualidade permite assistir em tela cheia em um monitor de 17'', por exemplo, sem notar pixelização (aqueles quadradinhos de imagem digital ruim). Porém, – sempre tem um porém – o fabricante não garante a qualidade total se o seu computador não tiver os requisitos mínimos abaixo:
Windows 2000 SP4, Windows XP SP2 ou Vista (32 bits); Microsoft Direct X 9;